sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Biscoitos "gingerbread men"

Já devo ter postado esta receita, mas como chega o Natal, as lembrancinhas precisam ser feitas, repasso para vocês estes biscoitos de especiarias com forma de bonequinho de gengibre. Massa fácil, preparo rápido, ótima aceitação por todos. Não me lembro de onde peguei a receita, por isso me desculpo desde já pela falta dos créditos.
Receita:
100g de açúcar mascavo ou demerara.
110 g de margarina ou manteiga sem sal
1/2 xícara (chá) de melado (+ou- 120 ml)
1 gema de ovo
2 xícaras (chá) de farinha de trigo (250 g)
1 col. (chá) de gengibre em pó
1 col. (chá) de canela em pó
1/2 col. (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 col. (chá) de fermento em pó
1/2 col. (chá) de cravo moído (bem rasa)
1/4 col. (chá) de noz moscada
uma pitada de sal.
Modo de fazer:
Misture tudo, colocando o melado aos poucos para sentir o ponto (não deve ficar grudento, deve ficar uma massa maleável), amasse pouco, faça uma bola, coloque numa tigela coberta com pvc na geladeira por 1 hora.
Pré-aqueça o forno à temperatura de 175°C, unte assadeiras. Polvilhe a superfície de trabalho com farinha, abra a massa, corte os biscoitos com cortadores de bonequinhos, leve a assar por cerca de 8 a 10 minutos. Como sei que está bom? Passado este tempo, levante com uma espátula um biscoito e verifique se está moreninho embaixo, mas não muito, pois o biscoito fica “meio mole” até esfriar. Por isso, cuidado para não passar do ponto, ok?
Outra dica: quando for cortar os biscoitos passe o cortador pela farinha também e retire os biscoitos da superfície com uma espátula, para não deformá-los.
Depois de frios, pode decorar com glacê real ou fondant.
Estes aqui eu decorei com glacê real, com o bico de confeitar (não sou especialista). Uso o pó para glacê real e tinjo com corante alimentício em pó.






terça-feira, 9 de agosto de 2016

Olimpíadas e militares

O que de bom levei da vida militar: responsabilidade, perseverança, disciplina.
O que a mídia não divulga é que 31% dos nossos atletas olímpicos são militares. Eles recebem o pouco apoio que os atletas não super star têm no Brasil, muitos deles vindo de famílias paupérrimas.
Quando ouço dizer que a seleção masculina de futebol está péssima PORQUE o Neymar está nervoso...huuummm...concordo com muitos: tira ele de lá, dá tratamento psicológico ao resto do time (além de treino, claro) e coloque atletas que estejam realmente com o coração e corpo nesta disputa. Pois de salto alto e nervosinhos já estamos até as tampas.
Mais uma vez: Parabéns ao Sargento EB Felipe WU e à Sargento MA Rafaela Silva por nossas duas únicas medalhas até o momento. Que venham outras.
E que o ranço revanchista desapareça, prevalecendo o espírito olímpico. Afinal, em 1964 ou 1969 nem eles ou provavelmente seus pais eram nascidos.

Aviso aos navegantes:
A continência é o cumprimento do militar e é a maneira de expressar respeito ao Símbolo Pátrio, no caso a Bandeira Brasileira que está sendo hasteada.
A continência, diferentemente do punho fechado erguido dos socialistas ou braço estendido da saudação nazista, não é um símbolo de militância. Tal como um aperto de mão ou uma reverência, também demonstra respeito.
Será que a continência seria melhor aceita se fosse para uma bandeira vermelha com estrelinha ou foice e martelo?

domingo, 7 de agosto de 2016

Fotos de Família - registro de fatos

Uma das maiores dificuldades que encontramos muitas vezes ao tentar reconstruir a história familiar é a de identificar pessoas, fatos, lugares e datas em antigas fotos. Isto porque poucas pessoas têm o hábito de escrever no verso estes dados tão importantes.
Alguns registros oficiais antigos são baseados em relatos pessoais e nem sempre precisos. Por isto, não deixem de anotar fatos importantes de suas vidas, seja em uma agenda ou mesmo atrás de uma foto ou numa página de livro. Alguém vai agradecer isso futuramente.





domingo, 17 de julho de 2016

Retorno

Eu tenho deixado de lado o blog por conta do "abençoado" Facebook, que nos hipnotiza e não deixa que vejamos outras coisas. Mas me desculpo e retorno.
Já não tenho cozinhado tanto ou feito artesanato como antes. Minha atenção está voltada para pesquisa da árvore genealógica e tenho conseguido várias informações e fotos.
Como já comentei, para aqueles que querem descobrir suas raízes, é preciso muita paciência e pesquisa, aliadas a muita conversa com os parentes, principalmente os mais velhos.
Por esse motivo eu passo a dedicar este blog mais a genealogia, na esperança de ser útil a alguém que também queira fazê-lo por sua conta.
As fotos publicadas foram coletadas de meus parentes, de seus álbuns familiares. Peço que se alguém quiser compartilhar alguma delas ou que tenha algum conhecido nelas, por favor entre em contato comigo, pois ficarei imensamente feliz.
Bom julho de 2016 para todos nós!

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Meu pai e o Alzheimer.

Este é meu pai, Erich Belschansky, agora com 83 anos.
Ele manifesta uma falha de memória imediata e mesmo de fatos do passado, repete-se constantemente, conta as mesmas histórias dezenas de vezes após acabar de contá-las ou mesmo como se fosse a primeira vez.
Ele sempre teve um problema na perna esquerda, que foi deteriorando aos poucos as articulações, a ponto de incapacitá-lo a locomover-se com independência e rapidez e que obrigou-o a parar de trabalhar. Isto agravou o estado emocional, ficou deprimido e não ele procurou ajuda. Além disso, mudou-se para um lugar onde não tem vida social, não tem com quem trocar idéias de seu gosto e não pode colaborar com a família. Esses fatores pioraram o quadro de demência cognitiva.
Embora não tenha sido diagnosticado formalmente, ele apresenta todos os sintomas de Alzheimer: falhas de memória, agitação ao entardecer, perseveração de falas, depressão.
Vez ou outra eu o chamo para vir passar um dia ou dois aqui comigo, uma espécie de "festa do pijama", e aproveitamos para conversar, ver fotos antigas, falar sobre a família (pelo menos o que ele lembra), o que tem sido muito bom para ele e até para mim, que estou descobrindo fatos novos que nunca conversamos antes.
Mas não é fácil. É preciso paciência, ouvir as histórias com o mesmo interesse como se pela primeira vez, selecionar assuntos agradáveis para não agitá-lo, trazer livros e fotos de seu interesse, cuidar de sua medicação cuidadosamente. E, a propósito, ele colocou um marcapasso recentemente e isto deu a meu pai um sopro de melhora no seu bem estar.
Ele "está indo" aos poucos...vejo nele hoje uma pessoa diferente daquele pai que conheci, mas ainda está lá, mesmo que camuflado pela demência.
Na foto abaixo, minhas filhas e meus primos Antonio e Fernando Neumann, numa visita muito agradável. 


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