quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

QFO - o movimento que continua a História


"Viajar é desafiador porque desacomoda e desconforta. E sentir desconforto é, via de regra, muito ruim. Mas é muito bom também.
Porque a forma de experimentar alguma coisa nova em nossas vidas é suportando o desconforto e a dor de rever posicionamentos, valores, crenças que até uma viagem pode oportunizar. É aí que tudo se faz novo. Mesmo que continue tudo igual.
Uma fala costumeira em nosso grupo é que se você não fizer alguma coisa, não perde nada. Entretanto, deixa de ganhar muito.
Assim, não vir a este encontro, é não perder nada porque o que é de cada um já está garantido. Porém quem veio, já ganhou muito com a decisão, o movimento, o esforço, e ganhará muito mais por se permitir vir ao encontro: Encontro do que é novo, com o desconhecido, com o “como será?”. Encontro com colegas de farda, parceiras na construção da história da FAB e da trajetória das mulheres neste nosso país.
E isso não é pouco. E mesmo assim não seremos reconhecidas por isso. Somos invisíveis como os pilares o são.
Por isso estar aqui é, também, reconhecer-se, depois de 31 anos. Dar a nós mesmas esse reconhecimento que nos tira da invisibilidade e nos faz continuar como protagonistas da história que construímos juntas.
É agregar o valor das partes se juntando para formar um todo muito maior e mais fortalecido.
É manter o grupo num movimento que permite continuar a história.
É desejar também, numa perspectiva política, fazer a diferença por um país mais inclusivo e sério.
Assim, de fato, não é pouco o que ganhamos produzindo esse encontro.
Além disso, a emoção da convivência que nos remete há 31 anos pode ser re-significada para permanecer em cada uma apenas o que realmente importa.
Então esse é o momento, esse é o encontro. Será do jeito que conseguirmos produzir enquanto estivermos juntas, mas será o nosso possível que escreverá a história que iremos lembrar, enquanto a memória permitir.
O Sul sente-se orgulhoso por recebê-las e oferece sua natureza da forma mais bonita e exuberante, para que nessa primavera de 2013 estejamos preparando as sementes para o próximo outono.
Sejamos todos muito abençoados nesse 2º encontro do QFO – movimento que continua a história.
Sintam-se todos muito bem vindos e nossa gratidão por terem aceitado o convite"

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O golpe do "dinheiro fácil" no final de ano.

Para ninguém que trabalha honestamente o dinheiro vem de mãos beijadas e quando chega uma carta com uma misteriosa restituição de recolhimento indevido da folha de pagamento, fique alerta.
No ano passado, mais ou menos nesta mesma época do ano, quando o dinheiro já acabou todinho, recebi uma carta de uma tal de Socil - Sociedade Securitária dos Servidores civis e militares , com um golpe muito manjado, prometendo uma restituição de R$56 mil reais, descontando a "taxa de habilitação", "custas judiciais", etc, que deverão ser pagas antecipadamente, para que o pato, digo, o cliente possa receber a indenização.
Há dois dias atrás recebo a mesma cartinha, assinada por uma Dra. Ana Carla Pereira da Silva - OAB 24247, como "última notificação de resgate" (no ano passado também tinha sido última).
Quantos idosos não caem no conto do dinheiro fácil neste país e ninguém toma nenhuma providência?
Quanta gente não chega até a pedir um dinheiro emprestado, na ilusão de que vai reaver um outro dinheiro maior?
As pessoas estão tão desesperadas por dinheiro que nem param para pensar se realmente foram descontadas em seus contra-cheques, se tinham alguma associação com algum dos montepios mencionados na carta, como é que se chegou ao valor do resgate, quem foi que contratou a advogada em seu nome, etc...
Não é porque somos aposentados é que somos dementes, idiotas, burros, patos. Até o presente momento em que digito este post faço uso perfeito de todas as minhas capacidades mentais.
Cuidado, você que ingenuamente está tentado a ligar para o escritório desta Socil.
Dinheiro fácil não nos chega. Mas tem um monte de "sxpérttu" a nos tirar o pouco que temos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Alerta!!!

Queridos amigos e leitores deste blog.
Pensei muito, mas muito mesmo antes de publicar o post, mas me sinto na obrigação de alertá-los contra uma má profissional em sua área, que deixou um grupo inteiro desgostoso.
Tomem cuidado com a sra Vera Abdala, dona da agencia V.A. Turismo, situada no sul, que diz prestar serviços para grupos. Esta senhora é de uma falta de profissionalismo tamanho, que chega a ser trambicagem seus "argumentos", quando a todo momento modifica os roteiros combinados. Faz "rolos" com dinheiro das pessoas, "perde" recibos pagos, "confunde" horários dos voos dos turistas e no final não dá apoio como gostaríamos de receber.
Fomos o Grupo QFO ao nosso Encontro em Bento Gonçalves, Gramado e Canela e se não fosse a Comissão Organizadora estar por trás apoiando as pessoas que foram prejudicadas estaríamos em maus lençóis.
Além da falta total de competência, V.A. também subestima os seus clientes, os trata como grupo de excursão de jardim de infância, "onde a titia sabe o que é bom pra vocês", não importando a vontade do grupo.Não fomos para uma excursão, fomos para um Encontro e fomos separadas em dois grupos. Quando conseguíamos nos reunir, era em um estabelecimento com aquelas mesas compridas e ambiente ultra-barulhento, sem condições de conversarmos. Comida ruim, somente compensada pelo café da manhã do hotel.
No dia 16 de novembro fomos assistir o Nativitaten. A V.A. enrolando para entregar 2 ingressos pagos antecipadamente para duas amigas nossas e eu precisando passar na bilheteria para trocar meu voucher. num determinado momento, percebendo a armação, comuniquei que pegaria um taxi ali em Canela e iria a Gramado tomar minhas providências (eu consegui pegar meus ingressos sem o apoio de V.A., que disse não poder pegá-los para mim). Tivemos que chegar 2 horas antes do espetáculo, segundo a V.A., para pegar lugares bons na arquibancada A e B, um vento geladíssimo e ameaça de chuva, com consequências desastrosas para minha saúde (estou de cama desde o dia 18 de novembro).
Desta maneira, como consumidora lesada, faço uso do meu direito de reclamar publicamente e de alertar aos meus amigos contra a V.A. Turismos, péssima empresa, coisa de fundo de quintal.
Dizem que um cliente satisfeito trás outro cliente, assim como um cliente insatisfeito tira dez clientes de você.
Espero que dez pessoas não caiam no conto desta "agencia de viagem".

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Goulash e os Professores


"Acordei um pouco mais tarde, com a preguiça me saindo pelos olhos e ouvidos, os ossos estalando por conta do colchão e a necessidade comum de cada manhã. Aos poucos, o corpo foi respondendo e eu, como boa aquariana, coloco a roupa na máquina, ao mesmo tempo em que ligo a cafeteira e lavo a louça da janta. Ligo o rádio, tomo meu café com pão de queijo descongelado e já parto para adiantar o almoço nostálgico: goulash!
A comida nos remete ao mais profundo sentimento de infância - relembrem a cena final do 
Ratatouille, quando o Egon prova seu prato e regride aos tempos de criança. A comida, ou melhor, o conhecimento da comida, é a coisa que não nos é retirada quando imigramos - todo imigrante leva consigo a roupa do corpo e o modo de fazer a sua comida, a única coisa que restou de sua Pátria.
Embora eu não coma carne vermelha há muitos anos, resolvi que minhas filhas deveriam escolher por si mesmas se deveriam ou não deixar de comê-la quando tiverem idade e consciência suficiente para isto. Desta maneira, de tempos em tempos, engulo meu asco e preparo alguma coisa para elas, mesmo sem experimentar (felizmente, ninguém morreu...).
Hoje foi a vez do goulash que minha avó fazia, da maneira mais caseira possível, com patinho cortado em cubos, muita cebola picada, uma boa colherada de páprica doce, sal, água e panela tapada em fogo lento por uns bons 40 minutos.
Sobe um aroma pela casa que me leva até os anos 1970, quando ela morou na rua próxima à minha casa. Não vou dizer que ela foi uma ótima avó, que foi amorosa ou mesmo que demonstrasse seus bons sentimentos por mim ou por meus irmãos, coisa que o fazia sem melindres para seus sobrinhos, que lhe eram muito mais próximos pela cultura e pela língua falada, mas a danada cozinhava bem que só ela e com isso fui pegando o gosto pela experiência culinária.
Posso dizer, sem nenhuma dúvida, que ela, minha avó paterna, assim como as outras mulheres de minha família, foram minhas primeiras professoras, na arte sutil da alquimia de cozinha.
Se hoje as minhas meninas comem arroz branco com goulash e batatas tostadas é graças ao aprendizado transmitido, mesmo que indiretamente, por todas estas que agora cozinham lá no Céu.
Às minhas primeiras professoras, à minha primeira educadora Dona Dulcineia e às outras tão maravilhosas mulheres que foram minhas mestras, meu especial Feliz Dia dos Professores, um abraço bem especial!
Às mestras de minhas filhas, que as tenho no coração, meu agradecimento profundo e reconhecimento de todo seu esforço e trabalho digno, nem sempre valorizado ou compreendido por muitos.
Felicidades, Professores!!!"

Em Tempo: O goulash é comido com uns nhoquezinhos de farinha, chamados snitzels. Faz-se um mingau com farinha, ovo, sal e água, grosso a ponto de ser colocado numa tábua de cortar e com uma faca vão se tirando pedaços, diretamente sobre uma panela de água fervente; assim que eles boiarem estão prontos e depois de escorridos são servidos com o goulash.

Dia 12 de Outubro


(Pietà, de Michelangelo)

Dia 12 de outubro foi consagrado à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil pela religião católica.
Repito e repito que, independentemente da religião que a pessoa siga, o dia pode ser o de pensar no simbolismo de uma santa, mulher, mãe e protetora de uma nação de insanos (coitada! tem muito serviço!), muito mais do que em termos de doutrinas ou comércios.
A mãe que Nossa Senhora simboliza é homenageada no dia em que se homenageiam as crianças.
Duas figuras que sempre juntas formam uma só: mãe e filhos.
A maternidade é um fato, a paternidade sempre uma dúvida.
Não sei se Nossa Senhora teve problemas com Jesus, se ele foi uma criança peralta, que subia as muralhas do Templo, que fazia guerra de figos, ou saia nadando no rio Jordão sem boia salva-vidas, para desespero de Maria (acho que não). Só sei que ela o teve sempre como sua criança, mesmo no Seu último suspiro, amparando-O no colo com a dor e a resignação de tantas e tantas mães que perdem seus filhos.
Às nossas mães e àquela que foi a mãe de Jesus, nosso carinho.
Às crianças de nosso Brasil, nosso abraço amoroso e nosso colo carinhoso.
Pois estas crianças...ah!Meu Deus!...estas crianças vão precisar de muito colo, num país como o nosso.
Feliz Dia!

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