Fiz estes hoje para o almoço de domingo com as meninas.
Ingredientes:
500 a 600g de filé de peixe, pode ser pescada ou Saint Peter, cortados em cubos
meia cebola picadinha
1 colher (sopa) de cheiro-verde ou salsa picada
um pouco de manjericão picado
1 colher (café) de sal
1 xícara (chá rasa) de farinha de rosca
1 ovo
Passe pelo processador de alimentos o peixe, o ovo, os temperos e o sal. Coloque esta massa numa tigela e incorpore a farinha de rosca. Deixe descansar um pouco e veja o ponto: não deve ficar muito firme.
Faça bolinhas do tamanho de nozes, passe em ovo batido, depois em farinha de rosca e frite em óleo até dourar.
Molho tártaro, molho rosé, maionese caseira ou molho de ostras para acompanhar.
domingo, 9 de dezembro de 2012
Orelhas furadas, brincos novos e coragem.
Segui o que meus pais fizeram comigo: não furei as orelhas das meninas ao nascerem para colocar os brincos já na maternidade, como a maioria das pessoas fazem. Achei certo deixar que elas decidissem quando isso iria acontecer.
Helô está ficando mocinha vaidosa e há tempos me pediu, com um certo medinho, para furar as orelhas e colocar brincos. "-Você tem certeza?", perguntei. "-Sim, eu quero." E o fez hoje, escolhendo um coração como seu primeiro brinco.
Pode parecer uma coisa banal, mas para ela foi uma conquista. Ela está muito insegura, balançada por tantas mudanças em sua vida: puberdade, minha separação, mudança de escola, etc. Sair de seu casulo e dar um passo simples foi uma grande vitória.
Ela foi sozinha à sala onde a profissional fez os furinhos, eu fiquei na sala de espera. Então ouvi um "-Aii!" e pensei: "-Ela só vai ficar no primeiro furo.". Mas não. Dentro em pouco ouvi o outro "ai!" e percebi que ela foi até o fim, colocando seus dois brinquinhos. Veio com os olhos vermelhos mas sorridente.Lembrei-me das histórias que o Orlando Villas Boas contava ao visitar as escolas, sobre a iniciação dos indiozinhos no Xingu (furavam-lhe as orelhas a frio e o menino não podia derrubar uma lágrima, para ser considerado homem).
Algumas decisões são literalmente dolorosas, mas a dor faz parte do contexto também.
E assim vamos tomando também nossas decisões em pequenas coisas da vida, que somadas determinam um todo muito fácil de ser traduzido como vivência.
Vivenciar é participar de uma experiência e Helô vivenciou hoje o poder da coragem.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Marshmallows no palito.
Tão fácil de fazer que até eu, que não me acerto com chocolate, consegui!
É só derreter um pouco de cobertura fracionada de chocolate (usei a Garoto chocolate meio amargo), espetar marshmallows em palito de pirulito (aproveite as formas divertidas dos marshmallows da Fini), deixar secar a temperatura ambiente (20º C) e comer!
Nada de mais, pode ser decorado com confeitos enquanto o chocolate ainda está líquido.

É só derreter um pouco de cobertura fracionada de chocolate (usei a Garoto chocolate meio amargo), espetar marshmallows em palito de pirulito (aproveite as formas divertidas dos marshmallows da Fini), deixar secar a temperatura ambiente (20º C) e comer!
Nada de mais, pode ser decorado com confeitos enquanto o chocolate ainda está líquido.

Tapete de barbante, aprovado pelo Bruce...
Toda vez que eu faço alguma coisa em crochê, o Bruce vai chegando, chegando e fica por cima. Parece que ele percebe o cheio de minhas mãos (juro que estão limpinhas!) ou é ele que quer colocar o cheiro dele nas minhas peças.
Este tapetinho em barbante foi feito para ficar em frente a poltrona da sala, mas o Bruce salta, dá escorregadas, faz o tapete de brinquedo.
Não tenho a receita, foi feito a olho, com ponto alto e altíssimo, conforme foi saindo...
Gostaria de fazer outro maior, mas deixo para o próximo ano. Agora estou no meio de duas colchas de quadrados coloridos de crochê, tipo "colcha da vovó".
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Imitação de Coral: um colar vintage.
Imitação de Coral, feita com massa de biscuit ou massa Fimo.
Lembro da cômoda de minha avó, aquele móvel pesado com uma pedra de granito por cima da bancada, que tinha as coisas de seu uso: o porta-jóias de madeira, as escovas de cabelo, os perfumes baratinhos. Destas coisas, uma que eu ficava fascinada era um colar de coral vermelho, de quando ainda não se pensava em ecologia e ninguém achava nada de mais ter uma bijuteria com madrepérola, marfim ou mesmo corais.
Brincando com massa de biscuit vermelha, consegui imitar os galhinhos de coral, parecidos com os do colar de minha avó.
A partir de um pouquinho de massa vermelha (usei a massa Fox), modelei os galhos e perfurei com um alfinete o ponto onde passa o fio de nylon. Deixei as peças em pedacinhos de arame e girei de tempos em tempos para não grudar. Depois, pincelei com um pouco de esmalte de unhas vermelho envelhecido, para dar a impressão de uma peça antiga e assim que secou (muito rápido!) passei uma camada de esmalte de unhas transparente.
Fiz algumas peças menores, para colocar entre os galhos maiores, e as uni com elástico. Como não tinha feixe de bijuterias, dei vários nós para finalizar.
Com estas imitações é possível também fazer brincos e broches.
Os animais marinhos agradecem.
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