Cunha é uma pequena cidade que fica no interior paulista, na chamada Estrada Real, entre Guaratinguetá(SP) e Paraty(RJ). Era caminho dos tropeiros na rota do ouro, na época da colonização, quando nossas riquezas minerais saíam de Diamantina e Ouro Preto em direção aos portos, para serem levadas à Corte Portuguesa e à Inglaterra. Comenta-se que ali eram cunhadas as moedas, daí o nome da cidade.
É conhecida pelos seus fornos de cerâmica artesanal, pelos teares, pelo folclore, pelas violas. É um lugar para ir descansar, podendo-se escolher entre pousadas simples mas aconchegantes (ficamos na Pousada Vila Rica) até hotéis fazenda com cascatas, passeios a cavalo, trilhas, etc. Clima de montanha, ar puro, céu azul que dói!
Seu povo é educado e pacífico, sempre atendendo com um sorriso sincero e um dedinho de prosa.
Foi o presente de aniversário da Helena e um descanso para todas.
Cunha tem vários festivais e é conhecida como a "Cidade do Fusca". Maiores informações poderão ser pesquisadas no Portal da Cidade, pela internet.
Mercado Municipal e seus produtos.
Porta de um armazém de panelas de ferro e artesanato local (o Espírito Santo)
A chuva da tarde chegando para amainar o calor da tarde.
Prato e vaso em cerâmica azul cobalto, forno de alta temperatura, influência japonesa. Adquirido na Casa do Artesão.
Igreja Matriz (1731) e azulejos hidráulicos da entrada.
Eu passo uma dica para quem quer um lugar gostoso para almoçar em Cunha: o Restaurante e Ateliê Drão, na Alameda Lavapés, (ao lado da casa do Artesão),cujos proprietários Fernando e Gerb são muito cordiais e criaram um ambiente eclético, com uma mistura de pop e caipira (no ótimo sentido!). Gerb é holandês e decorou o restaurante com pinturas suas, releituras dos pintores holandeses famosos, num tom muito humorístico e atual. A comida é muito gostosa e estavam realizando o Festival Tailandês, servido em cerâmica da região.
Torta de maçãs e sorvete, pois o calor estava demais!
A Lua, escandalosamente cheia, verdadeiro "Luar do Sertão"!
Quatro galinhas d´angola, que estavam calmamente paradas no meio da estrada, fizeram pose para a foto e depois voltaram para o sítio.
E minha amiga Rejane me deu um fusquinha de Cunha, de tanto eu falar que um dia eu teria um fusca também.