terça-feira, 30 de outubro de 2012

Está estressado? Vá até Cunha (SP), então!

Cunha é uma pequena cidade que fica no interior paulista, na chamada Estrada Real, entre Guaratinguetá(SP) e Paraty(RJ). Era caminho dos tropeiros na rota do ouro, na época da colonização, quando nossas riquezas minerais saíam de Diamantina e Ouro Preto em direção aos portos, para serem levadas à Corte Portuguesa e à Inglaterra. Comenta-se que ali eram cunhadas as moedas, daí o nome da cidade.
É conhecida pelos seus fornos de cerâmica artesanal, pelos teares, pelo folclore, pelas violas. É um lugar para ir descansar, podendo-se escolher entre pousadas simples mas aconchegantes (ficamos na Pousada Vila Rica) até hotéis fazenda com cascatas, passeios a cavalo, trilhas, etc. Clima de montanha, ar puro, céu azul que dói!
Seu povo é educado e pacífico, sempre atendendo com um sorriso sincero e um dedinho de prosa.
Foi o presente de aniversário da Helena e um descanso para todas.
Cunha tem vários festivais e é conhecida como a "Cidade do Fusca". Maiores informações poderão ser pesquisadas no Portal da Cidade, pela internet.
Mercado Municipal e seus produtos.








Porta de um armazém de panelas de ferro e artesanato local (o Espírito Santo)

A chuva da tarde chegando para amainar o calor da tarde.
Prato e vaso em cerâmica azul cobalto, forno de alta temperatura, influência japonesa. Adquirido na Casa do Artesão.


 Igreja Matriz (1731) e azulejos hidráulicos da entrada.






Eu passo uma dica para quem quer um lugar gostoso para almoçar em Cunha: o Restaurante e Ateliê Drão, na Alameda Lavapés, (ao lado da casa do Artesão),cujos proprietários Fernando e Gerb são muito cordiais e criaram um ambiente eclético, com uma mistura de pop e caipira (no ótimo sentido!). Gerb é holandês e decorou o restaurante com pinturas suas, releituras dos pintores holandeses famosos, num tom muito humorístico e atual. A comida é muito gostosa e estavam realizando o Festival Tailandês, servido em cerâmica da região.






 Torta de maçãs e sorvete, pois o calor estava demais!

 A Lua, escandalosamente cheia, verdadeiro "Luar do Sertão"!

 Quatro galinhas d´angola, que estavam calmamente paradas no meio da estrada, fizeram pose para a foto e depois voltaram para o sítio.

E minha amiga Rejane me deu um fusquinha de Cunha, de tanto eu falar que um dia eu teria um fusca também.

domingo, 14 de outubro de 2012

Ganhei um jantar hoje!



Heloisa, minha filha de 10 anos, me prometeu um jantar hoje e pediu para que eu comprasse vegetais (abobrinha, berinjela e tomate), além dos ingredientes para o molho que os acompanha (creme de leite, nozes, manjericão, salsa, cebola, sal, batidos no processador). Então, com minha supervisão, ela lavou, cortou, grelhou com um pouco de azeite e sal e montou no prato de servir os legumes. O molhinho ficou muito gostoso e até congelei o que restou para futuras consumações...Meu trabalho todo no jantar foi o de auxiliar na limpeza da área de trabalho e na "difícil" tarefa de preparar um couscous em 5 minutos (ai! que trabalho esquentar caldo de galinha!).

Artesanato em feltro


Os japoneses têm publicações maravilhosas nos diversos ramos de artesanato. Numa destas visitas ao bairro da Liberdade tive a oportunidade de adquirir uma revista de brinquedos em feltro.
Neste número, temos comidinhas (inclusive sushis, sashimis, niguiris, docinhos,...) e uma cozinha, com seus móveis e eletrodomésticos, feitos em papelão revestido de feltro também.



Os moldes são em tamanho natural (tudo miniatura!) e como não lemos japonês aqui em casa ficamos nas imagens, muito bem explicativas, "numa boa".
Helena, minha filha de 12 anos, me pediu hoje feltro e compramos alguns pedaços, com os quais ela confeccionou sozinha a bonequinha abaixo, baseada na da revista.Copiou o molde, cortou o feltro, deu lá seus pontos, que saíram irregulares, mas ela ficou orgulhosa de seu trabalho (eu mais ainda!).
 Bonequinha Helena, baseada na publicação acima.
Estas revistas são um pouco caras (em torno de R$70,00 o exemplar), mas valem como livros, que serão guardadas e bastante consultadas.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Brincar de casinha enquanto se é criança, pois a infância dura pouco.

Eu começo esta postagem com um pequeno questionamento: por que deixamos as crianças pularem as etapas de desenvolvimento físico, psico-emocional e intelectual, seguindo as "orientações" de "pesquisas feitas em sei-lá-aonde", sem ao menos duvidarmos de sua validade?
A marcha da erotização infantil é descaradamente aberta em revistas, programas, músicas e até brinquedos.
Quantos de seus filhos/netos de 10 anos ainda brincam de casinha, ou de cidade, oficina, etc?
Por que meninas precisam seguir sem vivenciar o brincar puro e gostoso, que desenvolve tanto a imaginação ?
Dia das Crianças se aproximando e o comercio lambe os beiços!! São toneladas de Barbies,de bebês lourinhos que fazem cocô e recitam poemas, de laptops cor-de-rosa/roxo para as meninas e verde e preto para os meninos. Aliás, meninos têm que ter o boneco do Ben10, ou algo parecido. E voltando às meninas, não se esqueçam de dar brinquedos que já lhes mostre sua "função na vida", ou seja: lava-louças, fogãozinho, ou que as mostre bem dondocas (spa de bonecas, etc).
Bom, as minhas estão saindo da fase de pedir brinquedos, mas mesmo assim ainda gostam de brincar com sua casinha e arrumar e desarrumar à vontade, colocando os móveis de um jeito num dia, depois de outro jeito no outro. Trocam as bonecas, às vezes as pequenas, às vezes as grandes, mas elas as fazem ter movimento (sem animação computadorizada) e inventam vozes e histórias.
Eu tinha começado uma casinha de bonecas para a Helena há muito tempo, a qual ficou inacabada, esperando uma tinta, um capricho. Mesmo assim as meninas continuaram a brincar com ela.
Aproveitei o início da Primavera para renovar algumas coisas aqui em casa e uma delas foi a casinha de bonecas das meninas.




Retirei o papel de presente que havia colado nas paredes, para simular papel de parede: já estava enjoando. Passei massa corrida nas paredes de madeira, de maneira que ficou bem parecido com reboque antigo, e depois de lixados os excessos de massa pintei com tons pastel. Dica: a massa pode sair, então se quiser um acabamento mais duradouro misture um pouco de cola branca à massa, não muito (1 tubinho para 1/2 lata pequena de massa).
Uma das paredes é removível e pode ser encaixada em qualquer parte da casinha, formando um novo cômodo. Foi assim que fizemos o banheiro e a cozinha.
O piso pode ser simulado com o bom e velho Contact, no padrão que mais te agradar.
 As cortinas são feitas de retalhos, costurados de maneira a passar por um espeto de churrasco, com duas bolinhas de massinha de biscouit removíveis para facilitar a troca. O "varão da cortina" é encaixado em ganchinhos.
 Não é para parecer casinha de colecionador: é para brincar e aguentar o tranco!

Graças às boas lojas de artesanato que temos aqui perto, pudemos colocar alguns moveis que faltavam, misturando aos de Playmobil e outros que já eram usados.


 Colchões, almofadas, tapetinhos...as crianças mesmas podem fazer.
 O vasinho na mesa é a tampa de paste de dentes.
E que delícia  fazer os detalhes em biscuit?! Nós três aproveitamos o tempo fazendo panelinhas, pratinhos, comidas, utensílios, eletrodomésticos, pias e vasos sanitários, nos diversos tamanhos (afinal, temos como montar a casa para as diversas bonecas).


(Eca! Louça suja na pia!)
As crianças misturam brinquedos, usam um boneco de uma coleção junto com a peça de outra, isso porque ainda imaginam, criam, vivem os personagens. Então não é de se estranhar que a Betty Boop esteja sentada na mesa com a Pedrita, nem que haja uma TV de LCD junto a um violoncelo.

Devo dizer que apesar de tanta porcaria que jogam para os pequenos ainda temos um ou outro que encanta com sua magia. As casinhas de bichinhos da linha Silvana Family, que parecem contos de fadas.

E o que eu vou dar para elas no Dia das Crianças? Já estou dando: atenção, amor, carinho, respeito, parceria. E reformando os brinquedos de casinha, para elas poderem colocar os sentimentos para fora, de uma maneira saudável e agradável.
Ah! Está bom, vai: vai ter espaguete com almôndegas e bolo de chocolate, com 2 cm de cobertura de creme por cima.

sábado, 22 de setembro de 2012

As Quatro Estações de Barbara Fürstenhöfer

Primavera
Hoje conheci os pratinhos pintados de Barbara Fürstenhöfer e seu maravilhoso trabalho. Foi na feirinha da Praça Benedito Calixto (Pinheiros-SP), garimpando uma coisa e outra, que encontrei na tenda do sr. Djalma   várias louças (que comprei para fazer uma arte, depois escrevo...) e os 4 pratinhos, representando cada um deles uma Estação do ano. Levei os quatro e vou arranjar numa parede, incorporando estes aos outros três que ganhei de meu pai e mais dois ganhos de duas amigas.
Verão
Barbara Fürstenhöfer nasceu em 1939, em Nuremberg, Alemanha. É artista freelancer, pintora e artista gráfica.
Iniciou seus trabalhos como designer de vitrines e com 18 anos ingressou na Academia de Belas Artes de Nuremberg.
Na década de 1960 foi a Paris para aprender francês e em 1963, de volta a Alemanha, trabalha como freelancer na indústria têxtil e ilustrando livros infantis.
A partir de 1979 se dedica a desenhos e pinturas de paisagens urbanas e aos pratos de porcelana.
Outono 
A pureza de seu traço e a alegria de suas cores contagia a quem quer que seja. É como se ela nos contasse uma história de fadas.
Inverno
Este estilo limpo é característico dos trabalhos gráficos da década de 60. Quem não teve aquela famosa folhinha, feita em tecido, que muitas lojas famosas ofereciam de brinde no final de ano?
Existem diversos trabalhos da artista e tenho a alegria de ter quatro reproduções suas aqui comigo.
Nada mal para o primeiro dia da Primavera, não acham?





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