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sábado, 14 de setembro de 2013

Que sexta-feira 13, que nada! Quero mais é olhar a paisagem...e ser feliz!






Toda sexta-feira 13 serve para provocar alguma reação, seja no comércio, na mídia ou nas pessoas. Para mim, é um dia como qualquer outro, não traz nem sorte nem azar.
Mas este 13 de setembro de 2013 teve um entardecer muito belo, por conta do veranico em São Paulo, do tempo seco e,infelizmente, devido a poluição do ar.
Também foi a véspera do Yom Kipur, o Dia do Perdão judaico, comemorado a partir de 1 hora antes do entardecer de sexta-feira.
Salomão Schvartzman declamou uma oração muito linda, rezada em todas as sinagogas nesta ocasião e eu, mesmo não sendo judia, me arrepiei! Profunda, sentida, como a alma semita. Quem quiser ouvi-la, vá até o site da BandNews FM e clique na sua coluna.
Que sejamos todos felizes!! 

domingo, 21 de abril de 2013

Pinacoteca e Culinária.

Meu passeio este final de semana pela Pinacoteca do Estado de São Paulo foi voltado a parar diante dos quadros, fossem de qualquer estilo, para observar detalhes. Eu me permiti hoje a fotografar detalhes dos quadros, para depois revisar as histórias que os artistas queriam contar.
Como é forte a presença da comida e da cozinha nas obras acadêmicas! Acho que por ser uma fator importante na vida dos seres humanos.
Então, deixo alguns detalhes aqui para vocês também observarem, da próxima vez que forem à Pinacoteca.
As bananas: parecem aquelas bananinhas que se vendem na estrada, quando a gente vai pro litoral.

Acho que os pêssegos foram batidos. Aqui, diversas texturas e materiais (pano, cobre, madeira, louça, liso áspero, rugoso...)

Que maldade, colocar o bicho morto com o pescoço pendurado!

Limões sicilianos.

Jaca, carambola, pinha (condessa)...

O quadro chama-se "Os aspargos", mas a gente não tira os olhos do coelhinho morto ao fundo, ´tadinho! Bem abaixo, à esquerda, não parece que são três pacotinhos de fermento Fleischmann? E o que será que tem nas garrafas? Aceto balsâmico?

A vovó mostra o coelhinho para a neta no colo. Era comum ter horta e "criação" em casa.

Uma cozinha na roça, com o forno de lenha à esquerda (pra assar) e o fogão ao fundo (para cozinhar). Um pilão para socar (paçoca de pilão é uma delícia).

A velhinha está catando milho ou feijão?

Laranjas, limões, etc. Tacho de cobre, cesto de palha, gamela de barro.

"Negra Quituteira", com os vidros ao fundo. Ela está tão cansada, ou está muito calor e ela deu um cochilo.

"América", mostrando um "churrasco humano", cena de canibalismo imaginada pelo pintor europeu (quadro de autoria desconhecida). Visão idealizada do que seria a vida selvagem, com os biotipos mais para europeus do que para indígenas.


sábado, 18 de agosto de 2012

Bienal do Livro de São Paulo

Valeu apena acordar cedo no sábado, pegar os ingressos gratuitos para as meninas e a meia entrada pra mim (SESC)(R$6,00), de maneira que o valor da entrada não seria desculpa para não ir.
Ficamos na fila enorme, mas assim que a Bienal abriu foi tudo mais tranquilo...até às 11h, quando o pessoal acordou e veio procurar as promoções. Livros a R$5,00, a R$10,00, quatro por R$10,00, etc.

Saliento que apesar de alguns pontos da Bienal estarem bem congestionados, pudemos ver várias publicações independentes e boas ofertas. Muitas publicações para as crianças, alguma literatura estrangeira, leituras comerciais, leituras "sérias", pouco destaque à literatura nacional de modo geral.
Encontramos o pessoal do "Mad Science" interagindo com as crianças (bacana!).
Ainda bem que é a cada dois anos, pois eu não posso ir a estes lugares e não sair carregada (tenho este problema também com papelaria). Consegui boas ofertas e terei boa companhia por um mês ou dois.


E agradeço minhas pequenas que valentemente andaram pela Bienal sem reclamar (muito...) e aguentar minha "garimpagem".

Termina amanhã, talvez ainda dê tempo de você dar um pulinho.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Altamiro Carrilho, mestre do chorinho, foi para o Céu.

Considerado um dos maiores interpretes de nossa mais pura musicalidade, Altamiro Carrilho morreu hoje após lutar contra um câncer no pulmão.
Suas interpretações tocam fundo todos os chorões e choronas, pela leveza das notas, beleza da melodia.
Que ele seja bem recebido pelos anjos do Céu, que certamente irão lhe pedir "uma palhinha" assim que chegar!
Obrigada pela música que nos presenteou! Fique com Deus!

Parabéns, Julia Child!

Se fosse viva, Julia Child hoje completaria 100 anos de idade!
Não vou me repetir em palavras que já foram melhor escritas por outros que melhor entendem do assunto, mas devo registrar que depois que a conheci me apaixonei pela cozinha,ou pelo jeito irreverente de cozinhar.
Sua biografia pode ser vista na Wikipédia, de preferência leiam a Wikipedia em inglês. Muitas coisas interessantes são registradas na vida desta "pacata cozinheira", que só aprendeu a cozinhar depois dos 30 anos porém virou um sucesso de vendas.
Nosso carinho à Julia Child!

domingo, 15 de janeiro de 2012

Celso Rogério Berton

O artista plástico Celso Rogério Berton é amigo de nossa família desde o tempo em que eu era apenas um brilho nos olhos de meus pais...
Nascido em 3 de fevereiro de 1932 em São Paulo,Capital, Celso foi artista que se destacou na década de 1970 com suas esculturas em estilo expressionista e pinturas que retratavam a cultura brasileira, com seu colorido próprio.
Trabalhou muitos com modelagem em dextrina e papel e depois com resina, expondo suas esculturas e recebendo várias medalhas no Salão Paulista de Artes, entre outras importantes mostras. Seus trabalhos também foram expostos no Japão(escultura da foto acima) e na Europa, levando um pouco da imagem dos tipos folclóricos brasileiros que colocava de maneira tão pitoresca.
O artista também é apaixonado por figuras pitorescas de outras culturas, em especial por Dom Quixote, várias vezes modelado por ele. Também trabalhou com raízes de plantas, retirando delas inspiração para seus projetos.
Celso Berton costumava fazer algumas modelagens que chamava de "fossilficação", fósseis estilizados em resina.
Atualmente mantém em sua casa na Zona Norte da cidade seu acervo particular de pinturas e esculturas e frequenta a feirinha da Praça da República todos os domingos até o meio-dia.
 Escultura em resina.
Escultura com movimento.
 Escultura sobre uma raiz.
 Dom Quixote, Sancho Pança, o moinho destruído e o rabo do dragão.
O bandeirante e O lenhador.
 Borboleta em resina.
 Amazona.
Peixinho em resina.

(Acrílicos sobre tela)

Celso, sua esposa Tana (falecida) e seu filhos Saulo (19.....)
Celso Berton, em 14 de janeiro de 2012.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Solar dos Andradas e o Dia do Fico

 
Solar dos Andradas construído em 1734 na colina de Santana e demolido em 1915.
 
Atual prédio do Centro de Preparação de Oficiais da reserva de S.Paulo (CPOR)
localizado na Rua Alfredo Pujol.
Pesquisando na Wikipédia, encontrei estas curiosidades sobre o dia de hoje, o Dia do Fico - 9 de janeiro de 1822, que foi um acontecimento precursor da Independência do Brasil:

"Nos documentos históricos a primeira data em que se tem notícia da existência desse imóvel é 1734, ano da provável construção. Os jesuítas construíram a sede da Fazenda de Sant' Ana, uma construção tipo solar com uma capela anexa, serviu de convento religioso até 1761, quando houve a expulsão dos missionários e educadores (jesuítas) e a transferência de seus bens para a Coroa. Após o episódio o edifício passou a ser provavelmente a residência de integrantes do Governo Provincial.
Em 1821 residiram no solar os conselheiros José Bonifácio de Andrade e Silva e Martim Francisco Ribeiro de Andrada, nessa época o solar fez parte de um fato que se tornou decisivo para a História do Brasil. Pois nele foi redigido o manifesto paulista para que D. Pedro, então Príncipe Regente permanecesse na colônia. O Clube da Resistência, organizado no Rio de Janeiro, enviou Pedro Dias Pais Leme, portador de uma carta para Bonifácio. Após a chegada do mesmo na cidade dirigiu-se prontamente ao alto da colina de Santana, na ocasião José Bonifácio, vice-presidente da província encontrava-se doente, seu irmão Martim Francisco era o secretário. Para dificultar a situação, as condições do tempo não eram propícias para a chegada de outros membros da administração provincial. Então, de madrugada Martim, Pedro e Bonifácio escreveram tal documento.
Ao amanhecer do dia, os três saíram do Solar com destino ao centro da cidade, para providenciar a reunião dos membros do Governo, colher as assinaturas e mandar a delegação ao Rio de Janeiro. A Representação dos Paulistas foi fator preponderante para a decisão de D. Pedro de permanecer no país e foi efetivada em 9 de janeiro de 1822 conhecida, a partir de então, como o Dia do Fico.
Em 1824 houve a desocupação da residência pela família Andrada, tempos depois tornou-se um educandário para órfãos de guerra, depois o solar passou a ser sede do Seminário dos Educandos de Santana, sendo o primeiro colégio técnico da cidade. Mais tarde, em 1875, o governo da província aproveitou para instalar ali um hospital para doentes de varíola. Com a mudança do hospital o local foi ocupado pela "Tramway da Cantareira", onde instalou suas oficinas em 1892. O imóvel foi desocupado em 1894, sendo transformado em quartel das tropas federais de São Paulo.
A deterioração do edifício se tornou cada vez mais acentuada e, em 1915, foi demolido. No mesmo ano iniciou-se a construção de um novo prédio, concluído em 1917, lugar que hoje abriga o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo."

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O Gato de Botas -Puss in Boots

O desenho é ótimo! E em 3D está muito legal!
Um personagem adorável da série dos filmes Shrek, o gato "Bandeiras"(impossível não ver Antônio Bandeiras encarnado em gato) se supera neste em que é o protagonista. Algumas cenas parodiando Zorro (também com Bandeiras) e a gatinha vilã/heroína dando um show de sensualidade.
Impagável a "dança da caixinha de areia"!!
Quem gostou do Gato de Botas nos filmes anteriores tem obrigação de ver este!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A Culinária em "O Continente", de Erico Veríssimo

Eu resolvi reler a trilogia de Erico Veríssimo, O Tempo e o Vento, que conta a saga da formação do Rio Grande do Sul, desde 1745. Releio agora com um apetite de quem quer saborear cada pedacinho do romance, ver cada detalhe da História do Brasil que pouco se ensinava antes e que agora, pelo menos do Sudeste para cima, é desconhecida e ignorada pelas escolas.
Veríssimo narra as guerras ocorridas no Sul do País para se manterem as fronteiras e também as guerras civis, entre os legalistas (maragatos) e os farroupilhas (apelido dado aos que lutavam contra o governo da época, uma alusão aos sem camisa da Revolução Francesa e seus ideais iluministas). Narra a saga dos Terra e das mulheres Terra, com seu expoente Ana Terra.
(cena da telenovela "O Tempo e o Vento", de 1967, da TV Excelsior, com Eliseo de Albuquerque, Geórgia Gomide-Ana Terra-, Silvio Francisco e Davi José)

E em meio a tantos sentimentos despertados pelo "Continente", vou me deparando com os costumes daquelas gentes, de caráter rústico, carnívoro, reto e direto, aparecendo vez ou outra a sua culinária regional.
Na época de Ana Terra, de Bibiana e de Maria Valéria, as limitações locais impunham aos colonos descendentes de paulistas (descendentes de portugueses) dietas restritas a carne de charque, farinha de mandioca, abóbora, carne de caça, feijão preto. No decorrer do romance, com a influencia dos primeiros colonos alemães, começa a diversidade dos pratos e em vários capítulos são citados doces e bolos (cucas).
Há divergencia  entre os costumes dos "açorianos"(litorâneos) e dos "continentais"(interioranos e de fronteira), inclusive na culinária. O romance também deixa clara a diferença da mesa do colono, do mais pobre e do mais abastado.
Porém, o ponto de encontro de todos os gaúchos é o mesmo: o churrasco e o mate.
O clima do Sul influencia a agricultura e consequentemente os produtos e os preparos. Doces de pêssego, de marmelo, rapaduras, com leite, são constantemente mencionados.
Aqui, para que vocês também sejam mordidos pelo bichinho da curiosidade e venham a procurar ler (ou reler) esta importantíssima Obra de nossa Literatura, algumas referencias culinárias do "chef Erico Veríssimo":
Arroz de carreteiro feito com charque (carne de sol)
Arroz pastoso rosado (risoto)
Churrasco com farinha de mandioca
Guisado com abóbora
Guisado com batatas assadas
Fervido
Carne da caça
Carne de mulita
Galinha assada com batatas
Feijão preto
Feijoada com toucinho, linguiça e charque
Matambre ("mata a hambre", mata a fome)
Churrasco de costela
Canja de galinha
Sopas
Sopa de mocotó
Morcilha, linguiça, salsichas
Abóbora assada, batata doce assada, mongango
Mandioca frita
Mondongo com farinha
Mongango com leite
Batata doce com leite
Queijo
Quindim
Figada, pessegada, marmelada
Pessegada com queijo
Rapadura com queijo
Bolo de coalhada
Cucas
Apfelstrudell
Rosca de polvilho
Canjica com leite
Marmelo assado
Milho verde cozido ou assado
Temperos diversos: canela, cravo, noz moscada, cebola
Melancia, bergamota, pêssego
Chimarrão (o "amargo")
Café
Refrescos (limonadas, sucos de frutas)
Licores (principalmente de pêssego)
Cachaça, cachaça com mel e limão
Vinho da colonia
Chás para os diversos males (de flor de laranjeira, de erva de touro, de mastruço, de agrião)
"Entraram duas escravas com bandejas cheias de pratos. Bibiana os foi colocando um por um em cima da mesa. Havia uma travessa cheia de arroz pastoso, levemente rosado e muito luzidio; uma terrina de feijão preto; um prato de galinha assada com batatas; outro de guisadinho com abóbora e finalmente uma travessa de churrasco com farofa. Winter olhava admirado para aquilo tudo. Era simplesmente assustadora a quantidade de pratos que havia nas refeições das gentes remediadas ou ricas da Província. Nunca menos de seis, e às vezes até dez. Não raro numa refeição serviam-se quatro ou cinco variedades de carne, e nenhuma verdura. Por fim, como um pós-escrito a uma longa carta, Natália trouxe uma travessa com mandioca frita."
(O Continente II, "A Teiniaguá, pg 411).
(Erico Veríssimo)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Radio Sensual - Radioweb

NÃO SE ASSUSTEM! Não é nada pornô!
Está na Web a Radio Sensual (eta nome danado!), que traz música light, de qualidade, para relaxar.
A Equipe Técnica é formada por Alfio Sacchi Filho e Renato Belschansky e ainda está em fase de produção.
A proposta desta Rádioweb é trazer reportagens sobre saúde, curiosidades, música para os sentido (por isso do sensual...).
Em breve Olga também estará na Radio Sensual, dando seus pitacos, falando sobre assuntos que gosta muito (culinária, voz e humor).
Bateu curiosidade? Pode ir sem medo: http://www.radiosensual.com.br
Vale a pena abrir uma segunda guia na tela e ouvir a Radio Sensual enquanto trabalha no computador.

sábado, 25 de junho de 2011

Peter Falk, como Columbo

Faleceu nesta sexta-feira, 24 de junho de 2011 o ator Peter Falk, que os fãs aprenderam a amar como o Detetive Columbo, da famosa série de TV dos anos 70.
Embora tenha feito outros filmes, o personagem grudou e todos o conheciam pelo nome do tenente da Homicídios, que sempare aparecia com seu casaco amassado, seu charuto apagado, dirigindo um carro velho e com seu ar distraído, pegava as pistas que nenhum outro presente havia notado na cena do crime.
A série sempre começava mostrando um crime e seu autor. Isso não era importante, pois todos queriam saber como o Columbo resolveria o caso.
Ele sempre falava de como sua esposa era fã de um dos criminosos(geralmente um músico ou ator), que seu cunhado fazia isto ou aquilo, mas eles nunca apareciam. Surgiu também o cachorro do Columbo, um basset que combinava muito bem com o personagem criado por Peter Falk.
Para os fãs, como eu, existe a série em DVD, inclusive com o filme piloto, que não foi rodado para este fim (1968), mas que serviu para 3 anos mais tarde o primeiro filme da série conquistar a audiência dos telespectadores.
Enfim, sentiremos saudades do Columbo e de Peter Falk, que já estava muito doente e senil há 5 anos.
Para nós, seus fãs, ele sempre será o melhor personagem detetive das séries da TV.

domingo, 19 de junho de 2011

Templo Budista Zu Lai, em Cotia (SP)


(Não é o Kung Fu Panda...)

 (Na entrada, as figuras são de idosos...)
 (detalhe do templo principal)

 (detalhe das escadarias)
 (pátio de entrada ao templo)
 (entrada do templo principal)
 (detalhe de uma das estátuas de Buda)
 (uma das diversas lanternas decorativas dos jardins e fontes)
 (detalhe do beiral do telhado)
 (lago Zu Lai)
 (Buda criança...soninho gostoso...)
 (Buda criança meditando...)
 (Buda criança..., na saída todos os Budas são crianças!)
 (leão no início da escadaria...lembram do desenho da Puca?)
 (Tori - portal)
 (flores dos jardins do templo)
(flores do jardim do templo)

Um passeio muito lindo, um local de calma e tranquilidade. Chegamos por volta das 11:30h e o culto já iniciara. Os mantras entoados ressoam por todo local. Mesmo para os não budistas é difícil não ficar bem ali.
É permitido fotografar fora do templo (não levem a bronca que eu levei por não ter visto a placa...) e há lanchonete, museu e loja de artigos. Detalhe: só dinheiro, não cartão.
Para os que curtem arquitetura oriental ou para quem quer conhecer um pouco desta filosofia de vida.

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