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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O golpe do "dinheiro fácil" no final de ano.

Para ninguém que trabalha honestamente o dinheiro vem de mãos beijadas e quando chega uma carta com uma misteriosa restituição de recolhimento indevido da folha de pagamento, fique alerta.
No ano passado, mais ou menos nesta mesma época do ano, quando o dinheiro já acabou todinho, recebi uma carta de uma tal de Socil - Sociedade Securitária dos Servidores civis e militares , com um golpe muito manjado, prometendo uma restituição de R$56 mil reais, descontando a "taxa de habilitação", "custas judiciais", etc, que deverão ser pagas antecipadamente, para que o pato, digo, o cliente possa receber a indenização.
Há dois dias atrás recebo a mesma cartinha, assinada por uma Dra. Ana Carla Pereira da Silva - OAB 24247, como "última notificação de resgate" (no ano passado também tinha sido última).
Quantos idosos não caem no conto do dinheiro fácil neste país e ninguém toma nenhuma providência?
Quanta gente não chega até a pedir um dinheiro emprestado, na ilusão de que vai reaver um outro dinheiro maior?
As pessoas estão tão desesperadas por dinheiro que nem param para pensar se realmente foram descontadas em seus contra-cheques, se tinham alguma associação com algum dos montepios mencionados na carta, como é que se chegou ao valor do resgate, quem foi que contratou a advogada em seu nome, etc...
Não é porque somos aposentados é que somos dementes, idiotas, burros, patos. Até o presente momento em que digito este post faço uso perfeito de todas as minhas capacidades mentais.
Cuidado, você que ingenuamente está tentado a ligar para o escritório desta Socil.
Dinheiro fácil não nos chega. Mas tem um monte de "sxpérttu" a nos tirar o pouco que temos.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Goulash e os Professores


"Acordei um pouco mais tarde, com a preguiça me saindo pelos olhos e ouvidos, os ossos estalando por conta do colchão e a necessidade comum de cada manhã. Aos poucos, o corpo foi respondendo e eu, como boa aquariana, coloco a roupa na máquina, ao mesmo tempo em que ligo a cafeteira e lavo a louça da janta. Ligo o rádio, tomo meu café com pão de queijo descongelado e já parto para adiantar o almoço nostálgico: goulash!
A comida nos remete ao mais profundo sentimento de infância - relembrem a cena final do 
Ratatouille, quando o Egon prova seu prato e regride aos tempos de criança. A comida, ou melhor, o conhecimento da comida, é a coisa que não nos é retirada quando imigramos - todo imigrante leva consigo a roupa do corpo e o modo de fazer a sua comida, a única coisa que restou de sua Pátria.
Embora eu não coma carne vermelha há muitos anos, resolvi que minhas filhas deveriam escolher por si mesmas se deveriam ou não deixar de comê-la quando tiverem idade e consciência suficiente para isto. Desta maneira, de tempos em tempos, engulo meu asco e preparo alguma coisa para elas, mesmo sem experimentar (felizmente, ninguém morreu...).
Hoje foi a vez do goulash que minha avó fazia, da maneira mais caseira possível, com patinho cortado em cubos, muita cebola picada, uma boa colherada de páprica doce, sal, água e panela tapada em fogo lento por uns bons 40 minutos.
Sobe um aroma pela casa que me leva até os anos 1970, quando ela morou na rua próxima à minha casa. Não vou dizer que ela foi uma ótima avó, que foi amorosa ou mesmo que demonstrasse seus bons sentimentos por mim ou por meus irmãos, coisa que o fazia sem melindres para seus sobrinhos, que lhe eram muito mais próximos pela cultura e pela língua falada, mas a danada cozinhava bem que só ela e com isso fui pegando o gosto pela experiência culinária.
Posso dizer, sem nenhuma dúvida, que ela, minha avó paterna, assim como as outras mulheres de minha família, foram minhas primeiras professoras, na arte sutil da alquimia de cozinha.
Se hoje as minhas meninas comem arroz branco com goulash e batatas tostadas é graças ao aprendizado transmitido, mesmo que indiretamente, por todas estas que agora cozinham lá no Céu.
Às minhas primeiras professoras, à minha primeira educadora Dona Dulcineia e às outras tão maravilhosas mulheres que foram minhas mestras, meu especial Feliz Dia dos Professores, um abraço bem especial!
Às mestras de minhas filhas, que as tenho no coração, meu agradecimento profundo e reconhecimento de todo seu esforço e trabalho digno, nem sempre valorizado ou compreendido por muitos.
Felicidades, Professores!!!"

Em Tempo: O goulash é comido com uns nhoquezinhos de farinha, chamados snitzels. Faz-se um mingau com farinha, ovo, sal e água, grosso a ponto de ser colocado numa tábua de cortar e com uma faca vão se tirando pedaços, diretamente sobre uma panela de água fervente; assim que eles boiarem estão prontos e depois de escorridos são servidos com o goulash.

O Anjo

Quem são os Anjos?
São aqueles seres que sopram ao nosso ouvido coisas de bem, que percebemos se estivermos antenados para ouvir... ou não.
Hoje, os Anjos sopraram alguma coisa nos meus ouvidos, que eu não consegui ouvir direito, mas que me pedia atenção.
Logo a seguir, sopraram nos ouvidos de meu irmão, sem ele saber, e através de nossa conversa as ideias foram clareando, clareando, "até que um dia acordei...". Dá um estalo, você fica com aquela cara de "-Nossa! Como eu demorei!!!" e tudo começa a se encaixar.
As nossas paradas (dores, doenças, etc) não são por acaso, mas um recurso para que "sosseguemos o facho!" e olhemos o óbvio. Pois o óbvio nem sempre é visto ou ouvido, a não ser que a gente esteja relaxado e pronto para ver ou ouvir.
Não sei quem é o meu Anjo da Guarda, meu Espírito Protetor, mas a ele
(a) agradeço o cutucão. Ficou tudo mais fácil, mais simples, mais prático de se resolver.
Agora cabe a mim seguir com a lida e não deixar a peteca cair.
Que não me faltem as forças, que não me bata a preguiça, pois aí nem os Anjos dão conta do recado.

Em tempo: o blog andou abandonado, coitado. Eu deixei de fazer minhas ideias, estava sem energia para nada de criativo, embarquei numa nave onde levei um balde de água gelada e quando percebi estava como que "officeboy" de maluco. Escrever foi o que ficou e eu publiquei algumas coisas lá no Facebook, que agradaram e me motivaram a voltar a escrever mais.
Até que eu pegue novamente a mão para meus trabalhos, e não vai demorar muito pois o Natal já vem chegando, deixo aqui minhas crônicas.

sábado, 11 de maio de 2013

O Cidadão deve fazer a sua parte, mas a Prefeitura também a dela.

Esta foto foi tirada na Av. Basiléia, próximo ao n.º 175.
Muitas coisas ruins:
A calçada não é calçada, é uma escadaria. Cadeirantes não têm nem chance por ali, pedestres idosos andam pelo meio da rua e postes interrompem a passagem.
Para "ajudar a atrapalhar", a Sub-prefeitura instalou uma lixeira neste poste, impedindo a livre circulação.

É dever do cidadão manter sua calçada? Sim, é. Cortar o mato, tirar o lixo, fechar buracos.
Mas seria muito bom que houvesse um padrão para tanto, que não fosse feito de qualquer maneira. A Sub-prefeitura pode ajudar, orientando o morador sobre o melhor pavimento, a inclinação correta, etc.
E a Sub-prefeitura também poderia ajudar, não colocando postes no meio da calçada, nem lixeiras em lugares inusitados, como este que fotografo aqui.
Burrice administrativa, no mínimo.


Enquanto uns dormem, o nosso Herói trabalha!

Chego todos os dias na escola de minha filha por volta das 6h40min.
É muito comum que alguns, depois da balada e da gandaia, estejam dormindo, para pegar no batente somente depois das 10 horas.
Mas não este senhor.
Lá está ele, firme e forte, varrendo a sua rua.
Vejam bem: varrendo sua rua, não só a frente de sua casa.

A vassourinha vai bem rápido e ele junta todo o lixo, jogado por outros que ali passam, e o recolhe.
Não joga no bueiro, mas o recolhe sim senhor!
Deveria ser serviço de jovem, não é? Mas o jovem está mais preocupado com sua vida.
E depois de recolher todo lixo lá vai o bom senhor, para sua casa, no alto da rua.
Ele é um destes heróis anônimos que ninguém vê, que não vira noticiário, que não tem programa de TV. Provavelmente vive de aposentadoria, não recebe "bolsa alguma coisa" pois não se encaixa em nenhuma categoria de interesse do governo.
Mas para mim, é um Herói.



segunda-feira, 8 de abril de 2013

Erich Belschansky - 80 anos

Este é meu pai, Erich Belschansky, aos 80 anos de idade.
Neste dia 7 de abril o pessoal de sua casa fez um almoço alemão para ele, com chucrute, joelho e bisteca de porco, salsicha e batatas, muitas batatas.
Reuniram-se os filhos e os netos aos seu redor.
Não houve discursos, choradeira, algazarra...
Fiquei com ele na mesa, ouvindo junto com minhas filhas, algumas de suas histórias do lugar onde ele cresceu (Vila Santa Clara- S.Paulo), de como era quando ele era criança, dos vizinhos que não falavam português, do início da II Guerra Mundial, de como era difícil tudo, mas possível.
Ouvindo também outras idéias que ele está tendo, novas cabeçadas, estas que certamente eu me recuso a participar...

E quando chegou a hora de soprar as velinhas do bolo ele comenta: "-Mas não era para fazer bolo!". Eu respondo: "-Mas não foi feito: foi comprado!"
 A Beatriz ficou do seu lado, curtindo o "parabéns" e nós três, os filhos de Erich, na sua frente, tirando fotos (os fotógrafos nunca aparecem...)
São cinco os netos de Erich: Gabriel, Gustavo, Helena, Heloisa e Beatriz.

Foto da turma reunida no almoço.


Nossos narizes não negam que somos da mesma família...




sexta-feira, 8 de março de 2013

Focos de Dengue próximos a você!!

Você nem desconfia, mas o seu vizinho pode ser um criador de mosquitos da Dengue...e você a próxima vítima desta doença.

Há cerca de três anos atrás tentamos contato com o proprietário do imóvel localizado acima do nosso, para que resolvesse uma infiltração em nossa garagem e a manutenção das grelhas de escoamento das águas pluviais de seu terreno em declive, as quais se acumulam no ponto mostrado na foto acima.
Pelo que se pode observar, não é feita manutenção ou limpeza do local desde essa época e agora, com a chegada do verão e chuvas, começaram a aparecer pernilongos, criados provavelmente neste foco.
O imóvel abandonado à própria sorte não tem como se cuidar: é necessária manutenção constante, coisa que não é feita.
O proprietário é dono de muitas posses, não é um "pé rapado", mas não toma nenhuma providência.
Assim, deixo meu protesto registrado e me encaminho à Subprefeitura de meu bairro, para tentar intimá-lo a ser um bom vizinho e nos livrar do risco de contrairmos Dengue, por conta da sujeira de seu imóvel. 

Até árvore já cresceu na grelha!!!

A água que acumula é tanta que já está subindo até pelas paredes, passando nossa manta de impermeabilização!







quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Sapateira de retalhos: chega de bagunça!

 É impressionante como uma coisa tão simples, como uma sapateira, pode ser tão útil em casa.
Ocupei o espaço que destinava às vassouras e tranqueiras, instalando os suportes de alumínio e a barra do cabideiro do armário do quarto da Heloisa, que desmontei. Foi necessário apenas cortar a barra na medida do armário e aparafusar lateralmente os suportes.
(Aqui ainda medindo e experimentando a sapateira, antes do acabamento final)

Estas sapateiras, tão simples, são feitas a partir de uma "base" de tecido resistente (na medida de seu espaço a ocupar) e colocando "bolsos". Minha "base" tem 51 cm X 100 cm.Os três bolsos vermelhos foram medidos pelo sapato/tênis maior, considerando sua largura, sua altura e comprimento. Neste caso (o tênis da Helena), fiz em papel de jornal um retângulo de 12 cm (largura) por 21 cm (comprimento), deixando 10 cm de cada lado do bolso (então, é como se fosse na largura 12+10+10 cm). Entre um bolso e outro também é necessário deixar um espaço (3 a 4 cm). Então, com o molde de papel, marquei com giz de costura os lugares dos bolsos, mas apenas a medida da frente (12 cm), visto que as laterais dos bolsos terão que "sobrar" para a formação de saquinhos. Deve-se marcar também na base os espaços entre os bolsos (3 a 4 cm). Depois é só recortar uma tira contendo todas as medidas usadas (as do bolso+ intervalos + sobra de 1 cm para acabamentos), aplicar um viés na borda superior, prender com alfinetes e costurar. Os acabamentos das bordas inferiores e laterais também foram feitos com viés, depois de tudo costurado.
Uma coisa: para pregar o "fundo do bolso", dobre para dentro deste as laterais esquerda e direita, como se fosse um saquinho de pipocas, e costure. Assim, você terá um "saquinho", onde colocará os sapatos. 
Antes de costurar definitivamente, alinhave ou prenda com alfinetes: desta maneira você poderá corrigir uma medida ou outra, se necessário. 
Nesta sapateira que fiz para os meus tênis e sapatilhas, ficaram assim dispostos: um pé de tênis grande, ou um par de sapatilhas, ou tênis pequenos, em cada bolso.
Chega de bagunça!!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Orelhas furadas, brincos novos e coragem.


Segui o que meus pais fizeram comigo: não furei as orelhas das meninas ao nascerem para colocar os brincos já na maternidade, como a maioria das pessoas fazem. Achei certo deixar que elas decidissem quando isso iria acontecer.
Helô está ficando mocinha vaidosa e há tempos me pediu, com um certo medinho, para furar as orelhas e colocar brincos. "-Você tem certeza?", perguntei. "-Sim, eu quero." E o fez hoje, escolhendo um coração como seu primeiro brinco.
Pode parecer uma coisa banal, mas para ela foi uma conquista. Ela está muito insegura, balançada por tantas mudanças em sua vida: puberdade, minha separação, mudança de escola, etc. Sair de seu casulo e dar um passo simples foi uma grande vitória.
Ela foi sozinha à sala onde a profissional fez os furinhos, eu fiquei na sala de espera. Então ouvi um "-Aii!" e pensei: "-Ela só vai ficar no primeiro furo.". Mas não. Dentro em pouco ouvi o outro "ai!" e percebi que ela foi até o fim, colocando seus dois brinquinhos. Veio com os olhos vermelhos mas sorridente.Lembrei-me das histórias que o Orlando Villas Boas contava ao visitar as escolas, sobre a iniciação dos indiozinhos no Xingu (furavam-lhe as orelhas a frio e o menino não podia derrubar uma lágrima, para ser considerado homem).
Algumas decisões são literalmente dolorosas, mas a dor faz parte do contexto também.
E assim vamos tomando também nossas decisões em pequenas coisas da vida, que somadas determinam um todo muito fácil de ser traduzido como vivência.
Vivenciar é participar de uma experiência e Helô vivenciou hoje o poder da coragem.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Melão e Morango em flor, para enfrentar o calor...


Fala sério, gente!Faz milênios que São Paulo já não é mais a "terra da garoa" e o clima de deserto impera (afinal, o Trópico de Capricórnio passa por aqui). Antecipando a Primavera, um calor monstruoso que fecha o inverno e trará muitas chuvas, com certeza.
Pessoas passando mal, crianças e velhos nas Emergências dos Hospitais por problemas respiratórios.
Com minha filha não foi diferente (de todo ano nesta mesma época) e depois de uma maravilhosa manhã na inalação e medicação, voltamos para casa sedentas e irriquietas.
Sem vontade de comer, uma frutinha ou outra sempre desce bem.
Aproveitei o melão e os morangos que tinha e deixo a dica:
Use um melão bem docinho, aquele que você mais gostar (amarelo, verde, laranja) e uma bandeja de morangos pequenos e vermelhos. Parta o melão ao meio e retire as sementes e a polpa fibrosa; corte uma ou duas fatias de 1 a 2 cm de espessura e com um cortador de biscoitos (flor, estrela ou outra forma) faça as formas da  "pétala"; mantenha a parte do melão que não utilizou como base; fixe os morangos lavados no melão com palitos, formando uma cesta de frutas.
 
  


Não é uma ideia original, pois encontramos em vários sites lindas imagens de esculturas de frutas, etc,etc, mas  vale para quem está sem ideia para uma festinha improvisada, principalmente neste calor, ou para decorar alguma de suas maravilhas!



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A Lua Azul de 2012



Um fenômeno que acontece a cada 2 anos mais ou menos, a "Lua Azul" é a segunda Lua Cheia do mês e particularmente a de hoje, 30 de agosto de 2012 está belíssima.
Infelizmente não pude parar meu carro no meio da rua às 18h para fotografar uma imensa lua que se exibia para todos, linda e formosa, porém às 21h, lá de casa consegui umas singelas amostras. Se não ficar nublado o céu, pretendo aproveitar meus momentos de insônia para fotografá-la mais.








segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Meu irmão caçula e seus 50 aninhos

Copiando a ideia de muitas pessoas que guardam fotos antigas, meu irmão Renato pediu para que fizéssemos uma foto como a que temos de nós, os irmãos, por volta de 1963 ou 1964, na festa de seu 50.º aniversário.
A primeira foi tirada na escada da casa em que nascemos (1963/64):
A segunda agora em 2012, numa escadaria também de cinco degraus, no condomínio onde ele mora:
Renato, Gabriel, Daniela e Beatriz.
 O bolo e a vela (afundaram tanto pra quê?)
 Parabéns!

sábado, 18 de agosto de 2012

Bienal do Livro de São Paulo

Valeu apena acordar cedo no sábado, pegar os ingressos gratuitos para as meninas e a meia entrada pra mim (SESC)(R$6,00), de maneira que o valor da entrada não seria desculpa para não ir.
Ficamos na fila enorme, mas assim que a Bienal abriu foi tudo mais tranquilo...até às 11h, quando o pessoal acordou e veio procurar as promoções. Livros a R$5,00, a R$10,00, quatro por R$10,00, etc.

Saliento que apesar de alguns pontos da Bienal estarem bem congestionados, pudemos ver várias publicações independentes e boas ofertas. Muitas publicações para as crianças, alguma literatura estrangeira, leituras comerciais, leituras "sérias", pouco destaque à literatura nacional de modo geral.
Encontramos o pessoal do "Mad Science" interagindo com as crianças (bacana!).
Ainda bem que é a cada dois anos, pois eu não posso ir a estes lugares e não sair carregada (tenho este problema também com papelaria). Consegui boas ofertas e terei boa companhia por um mês ou dois.


E agradeço minhas pequenas que valentemente andaram pela Bienal sem reclamar (muito...) e aguentar minha "garimpagem".

Termina amanhã, talvez ainda dê tempo de você dar um pulinho.

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