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domingo, 12 de maio de 2013

Ops! Confusões à vista!!


Não é de agora que estamos pedindo para a Sub-prefeitura de nosso bairro fazer um estudo sério sobre o fluxo de trânsito e a sinalização de nossa rua e aparentemente alguém lá no departamento de trânsito (engenharia) resolveu colocar em prática suas próprias ideias sobre o assunto.
Não que sejamos ingratos - oh! nada disso! - mas estas mudanças na mão de trânsito em um final de semana, com apenas um agente do CET para orientar um dos pontos críticos, deixando o outro ponto nevrálgico do tráfego totalmente descoberto, criou a maior confusão neste sábado na redondeza.
Solicitamos uma pequena rotatória neste cruzamento perigoso e a CET nos respondeu com um bloqueio de trânsito (com gelo baiano) e uma contra-mão que certamente será desrespeitada na segunda-feira pelos espertinhos de plantão.
(olha aí o "sspérrtu" tentando furar a fila e passar na frente de todo mundo)
(olha só a tamanho de fila que se formou, só hoje...)
(estreitamento de faixa na descida da rua)
Um retorno foi antecipado para uma rua que anteriormente tinha mão somente para descer (agora foi transformada em duas mãos). Conclusão: muitos carro continuaram a descer como se fosse apenas mão única, impedindo quem quisesse subir a rua para fazer o desvio.
Muito mal planejado, sem prévio aviso na região que isso iria acontecer a partir desta data, o que pegou de surpresa todos os motoristas que circulam por ali.
Bem, vamos ver o que vai acontecer às 7 horas da manhã e às 18 horas da próxima segunda-feira, quando o povo sair para levar os filhos à escola...
(as placas de estacionamento proibido se multiplicaram com a nova mudança no trânsito)
No entanto, não vou ficar aqui somente jogando pedras na vidraça. Agradeço em nome dos pobres pedestres de minha rua as faixas colocadas neste cruzamento. Pelo menos, agora tem o lugar certo pro carro frear em cima da gente!! Alguém tem dúvida de que o carro vai passar mas o pedestre não?!

Tudo isso ocorre por conta da devastação que está sendo feita na Alameda Afonso Schmidt pelas construtoras e seus novos empreendimentos monstruosos e multimilionários, uma rua que antes era tranquila e que nunca comportou tamanho fluxo de automóveis.
Os prédios imensos se alastram mas as ruas e calçadas ao redor continuam estreitas, desde já mostrando não suportar o transito que foi criado recentemente.
Provavelmente a solução que a CET irá encontrar será mudar o nome de Alameda Afonso Schmidt (mataram todas as árvores mesmo!!) para Avenida Afonso Schmidt e pronto...está tudo resolvido!

Ah! E à propósito: alguém quer "alugar" o castelo da Família Monstro, abandonado, cheio de mato, ninho de ratos e criadouro de mosquitos da dengue??

sábado, 11 de maio de 2013

O Cidadão deve fazer a sua parte, mas a Prefeitura também a dela.

Esta foto foi tirada na Av. Basiléia, próximo ao n.º 175.
Muitas coisas ruins:
A calçada não é calçada, é uma escadaria. Cadeirantes não têm nem chance por ali, pedestres idosos andam pelo meio da rua e postes interrompem a passagem.
Para "ajudar a atrapalhar", a Sub-prefeitura instalou uma lixeira neste poste, impedindo a livre circulação.

É dever do cidadão manter sua calçada? Sim, é. Cortar o mato, tirar o lixo, fechar buracos.
Mas seria muito bom que houvesse um padrão para tanto, que não fosse feito de qualquer maneira. A Sub-prefeitura pode ajudar, orientando o morador sobre o melhor pavimento, a inclinação correta, etc.
E a Sub-prefeitura também poderia ajudar, não colocando postes no meio da calçada, nem lixeiras em lugares inusitados, como este que fotografo aqui.
Burrice administrativa, no mínimo.


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

31 de dezembro de 2012 - 88.ªCorrida de São Silvestre

(À esquerda, o brasileiro Giovani dos Santos, 4.º lugar na 88.ª São Silvestre)

Para os paulistanos que são da minha geração (1950/1960), a lembrança do final de ano era a de ficar esperando a Corrida de São Silvestre à noite, quando muita gente ia até o percurso prestigiar os corredores ou ficava grudada na TV vendo todo o trajeto. Pouco depois, comemorava-se o ano novo.
Muita coisa mudou e desde 1988 a corrida passou a ser à tarde, coisa que foi uma burrice galopante, visto que é a pior hora do dia para se correr (num calor escaldante às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; foi definitivamente fixada em 15 km, o mínimo exigido pela Federação de Atletismo), atrapalhava o trânsito e a rotina de todos (interrompia muita coisa).
A Corrida Internacional de São Silvestre é a mais famosa corrida de rua no Brasil, realizada todo dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre (data de morte do Papa da Igreja Católica).
Em 2012 foi definido que o percurso da 88.ª São Silvestre voltaria a ser o tradicional, com largada e chegada na Avenida Paulista, em frente ao prédio de A Gazeta - Fundação Casper Líbero, mas o horário da largada masculina passou a ser o de 9 da manhã, mais fresco para a ocasião.
Então, aos nossos valentes corredores, nossos melhores votos de um feliz ano novo!
E a todos os amigos do Cyblog da Cybele, um 2013 de muitas boas realizações.
O bom tempo ajudou a todos na corrida - corredores, público e segurança.

sábado, 18 de agosto de 2012

Bienal do Livro de São Paulo

Valeu apena acordar cedo no sábado, pegar os ingressos gratuitos para as meninas e a meia entrada pra mim (SESC)(R$6,00), de maneira que o valor da entrada não seria desculpa para não ir.
Ficamos na fila enorme, mas assim que a Bienal abriu foi tudo mais tranquilo...até às 11h, quando o pessoal acordou e veio procurar as promoções. Livros a R$5,00, a R$10,00, quatro por R$10,00, etc.

Saliento que apesar de alguns pontos da Bienal estarem bem congestionados, pudemos ver várias publicações independentes e boas ofertas. Muitas publicações para as crianças, alguma literatura estrangeira, leituras comerciais, leituras "sérias", pouco destaque à literatura nacional de modo geral.
Encontramos o pessoal do "Mad Science" interagindo com as crianças (bacana!).
Ainda bem que é a cada dois anos, pois eu não posso ir a estes lugares e não sair carregada (tenho este problema também com papelaria). Consegui boas ofertas e terei boa companhia por um mês ou dois.


E agradeço minhas pequenas que valentemente andaram pela Bienal sem reclamar (muito...) e aguentar minha "garimpagem".

Termina amanhã, talvez ainda dê tempo de você dar um pulinho.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Aniversário de São Paulo - 458 anos

Parque Trianon, em frente ao MASP (abaixo, prédio vermelhinho). Um sinal de resistência!

 Av. Paulista e as torres de transmissão.
 Av. Tiradentes (Norte - Sul)
 Catedral Ortodoxa, Paraíso.
 Centro da cidade, mar de edifícios, crescimento desordenado.
Vista aérea do Parque do Ibirapuera, Zona Sul .
O tempo segue diferentemente para as diversas gerações, porém segue.
Alheias a vontades ou sentimentos, as cidades também se projetam, como que com ideias próprias.
A cidade na qual vivi minha adolescencia  nos anos 70 já está morta e sepultada. Restam alguns refúgios, focos de resistencia.
Agora, a cidade enfrenta sérios problemas, a mencionar o Centro degenerado pela "cracolandia" e "comercio informal", especulação imobiliária, falsas culturas urbanas que dominam as ruas.
Encontrei um ponto de refúgio em minha cidade: o bairro onde moro, Santana.
Infelizmente ele está sendo engolido pelas construtoras e as pessoas sendo empurradas para outros pontos da periferia,embora ainda mantenha as vantagens de um bairro menos badalado e mais tranquilo.
Dizem que o pessoal da Moóca, do Tatuapé e do Belém são bairristas - e são mesmo! - mas descubro que os antigos moradores de Santana também o são.
O bairro que eu nasci, Santa Clara, ficou feio, encolheu, "implodiu", ficou violento. Não tenho vontade de voltar lá, somente de guardar na memória minha infancia e adolescencia. Não há vínculos entre as pessoas da Santa Clara, como encontro em Santana, Moóca, Tatuapé ou Belém. As pessoas do meu primeiro bairro atualmente agem como passageiros, não se comprometem com a melhoria do lugar, não lhes interessa isso. Aliás, muitas pessoas que vivem nesta cidade, que ganham seu sustento aqui, não se comprometem com ela, não estão nem aí para melhorar o lugar onde moram, só em ganhar o seu dinheiro para pagar suas dívidas.
Eu quero minha cidade bonita, calma, com muitas facilidades, com um bom sistema de transportes e de educação, um comércio saudável e pessoas que usam as palavras mágicas habitualmente.
Enquanto for possível, viverei nesta Metrópole. Quando ela me vier com outras idéias, então saberei que está na hora de partir para outro lugar.
Por enquanto, continuo no lugar em que ainda sou feliz.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Solar dos Andradas e o Dia do Fico

 
Solar dos Andradas construído em 1734 na colina de Santana e demolido em 1915.
 
Atual prédio do Centro de Preparação de Oficiais da reserva de S.Paulo (CPOR)
localizado na Rua Alfredo Pujol.
Pesquisando na Wikipédia, encontrei estas curiosidades sobre o dia de hoje, o Dia do Fico - 9 de janeiro de 1822, que foi um acontecimento precursor da Independência do Brasil:

"Nos documentos históricos a primeira data em que se tem notícia da existência desse imóvel é 1734, ano da provável construção. Os jesuítas construíram a sede da Fazenda de Sant' Ana, uma construção tipo solar com uma capela anexa, serviu de convento religioso até 1761, quando houve a expulsão dos missionários e educadores (jesuítas) e a transferência de seus bens para a Coroa. Após o episódio o edifício passou a ser provavelmente a residência de integrantes do Governo Provincial.
Em 1821 residiram no solar os conselheiros José Bonifácio de Andrade e Silva e Martim Francisco Ribeiro de Andrada, nessa época o solar fez parte de um fato que se tornou decisivo para a História do Brasil. Pois nele foi redigido o manifesto paulista para que D. Pedro, então Príncipe Regente permanecesse na colônia. O Clube da Resistência, organizado no Rio de Janeiro, enviou Pedro Dias Pais Leme, portador de uma carta para Bonifácio. Após a chegada do mesmo na cidade dirigiu-se prontamente ao alto da colina de Santana, na ocasião José Bonifácio, vice-presidente da província encontrava-se doente, seu irmão Martim Francisco era o secretário. Para dificultar a situação, as condições do tempo não eram propícias para a chegada de outros membros da administração provincial. Então, de madrugada Martim, Pedro e Bonifácio escreveram tal documento.
Ao amanhecer do dia, os três saíram do Solar com destino ao centro da cidade, para providenciar a reunião dos membros do Governo, colher as assinaturas e mandar a delegação ao Rio de Janeiro. A Representação dos Paulistas foi fator preponderante para a decisão de D. Pedro de permanecer no país e foi efetivada em 9 de janeiro de 1822 conhecida, a partir de então, como o Dia do Fico.
Em 1824 houve a desocupação da residência pela família Andrada, tempos depois tornou-se um educandário para órfãos de guerra, depois o solar passou a ser sede do Seminário dos Educandos de Santana, sendo o primeiro colégio técnico da cidade. Mais tarde, em 1875, o governo da província aproveitou para instalar ali um hospital para doentes de varíola. Com a mudança do hospital o local foi ocupado pela "Tramway da Cantareira", onde instalou suas oficinas em 1892. O imóvel foi desocupado em 1894, sendo transformado em quartel das tropas federais de São Paulo.
A deterioração do edifício se tornou cada vez mais acentuada e, em 1915, foi demolido. No mesmo ano iniciou-se a construção de um novo prédio, concluído em 1917, lugar que hoje abriga o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo."

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Chuvas e Tempestades à vista!

Uma imagem que está ficando cada vez mais comum na região em que moro: enxurradas causadas pelo excesso de chuvas e falta de um escoamento adequado de solo.
Terça-feira passada às 16:30h caiu uma tempestade que isolou todas nós no Ateliê, pelo menos até as águas baixarem. Fiquei preocupada pois estacionei o carro bem de frente a enxurrada, que trouxe pedras, lama e muita sujeira.Esta lama toda que vocês estão vendo vem de um terreno recém preparado para mais um novo "empreendimento imobiliário".
O jornal do bairro não comenta, pois está comprometido com as imobiliárias e construtoras, que lhe pagam a publicidade, mas graças a este desbunde de prédios caríssimos que estão sendo levantados sobre o terreno onde a poucos meses haviam 3 ou 4 casas, a região está toda sufocada. O sistema de esgoto não dá conta de tantos prédios novos que surgiram e as galerias estão afundando.É comum vermos buracos surgindo no meio das ruas, causados pelo impacto que o novo fluxo intenso de trânsito trouxe às nossas pequenas ruas. Ruas que não comportam tamanho volume de carros e ônibus, agora se transformaram em verdadeiras "avenidas" e os moradores antigos é quem sofrem mais.
Além do impacto no transito local, temos também as linhas elétricas sobrecarregadas e é constante a queda de tensão na região. Até tubulações de gaz já apresentam avarias sérias.
A poluição, a má qualidade do ar proveniente da emissão de escapamentos dos carros, afeta a todos, inclusive aqueles que também comprarão apartamentos de padrão classe A.
E se não bastasse as galerias que afundam, a energia elétrica que oscila, a água que chega com ar e nos faz pagar mais na conta, vieram os "espertos", os ladrões e assaltantes, atraídos pela nova cara da vizinhança (como se todo mundo que aqui mora tenha o boi na sombra!).
E o nosso ilustre "jornal de bairro", comprometido com as imobiliárias e construtoras, nada fala a respeito, num silêncio que os acusa.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Podando árvores...

Há tempos estávamos com uma enorme folha do coqueiro que fica em nosso jardim, próximo à cerca da rua, a tocar nos fios de alta tensão. Pedi à sub-prefeitura de meu bairro para que podasse aquela folha, mas veio a burocracia, pois o coqueiro estava dentro de nosso terreno. Eu deveria pedir à companhia de fornecimento de energia elétrica que interrompesse a força por um período no dia e nossos funcionários (do condomínio) cortariam por conta a folha.
Hoje de manhã, a sub-prefeitura mandou dois (2) grupos de trabalhadores para podar uma árvore vizinha ao meu prédio e fui pedir para que se eles pudessem fazer a gentileza de retirar a folha que encostava no poste, uma vez que os mesmos possuiam escada e uma moto serra. O funcionário do caminhão me responde que não poderia fazer isso, que seria por pedido, que o que eu estava pedindo "seria um servicinho particular..."(entenderam as aspas?). E ele, na cara de pau, estava vendendo os troncos que havia acabado de cortar para uma mulher que parou com uma caminhonete, quem sabe para decorar seu jardim!!
Ou seja, ele não poderia fazer a gentileza, mas ganhava dinheiro particular, na sua hora de serviço na sub-prefeitura, utilizando o material da sub-prefeitura, com o dinheiro dos contribuintes. E quando eu falei que ele estava vendendo os troncos, desconversou e saiu correndo, entrou no carro da madame e saiu para o local onde ela havia indicado que deveriam ser levados os troncos, ausentando-se do serviço!
Anotei a placa dos caminhões, mas alguma coisa me esfriou a cabeça e falou:"-Vai lá falar com o supervisor dele...". Chamei o rapaz, que estava longe e pedi, por favor, se ele poderia me fazer a gentileza, pois a burocracia é tão grande e seria só dar um pico na folha, só isso. Comentei o que havia presenciado e ele balancou a cabeça, como que desanimado com os funcionários, chamou dois senhores e mandou que eles cortassem a abençoada folha de coqueiro.Comentou comigo que se eu fosse pedir para podar pela sub-prefeitura, levaria pelo menos 6 meses! Logo em seguida chega o cara-de-pau que havia ganhado dinheiro por fora com os troncos bichados vendidos para aquela dona e me olhou com reprovação, pois com educação eu havia conseguido me livrar de um obstáculo burocrático.
Agradeço ao rapaz supervisor, por ter usado o bom senso naquele momento e ter tido bom coração.
Lastimo pelo mau funcionário, que como muitos outros no serviço público se utiliza da coisa pública para o seu bel prazer.
Coisas da "Lei do Gerson", que entrou no DNA de tanta gente e está difícil de se extrair. Muita gente "levando vantagem em tudo...", muita gente querendo emprego, mas não querendo trabalho...

sábado, 9 de julho de 2011

Encontrei uma pena da Olga!

Eis a prova que Olga realmente existe! Ontem, ao atravessar minha rua, encontrei debaixo da árvore em frente à minha casa uma pena de Olga!
Apesar da minha rua já ter sido descaracterizada pela nova cara do bairro (antes era calmo como uma cidadezinha dentro de S.Paulo, mas pela fome imobiliária nem atravessar a rua direito a gente consegue), ainda temos maritacas, periquitinhos, papagaios, bem-ti-vis, sabiás, beija-flores e sanhaços voando pelas antenas e as poucas árvores que restaram.
Acho que Olga está precisando de um abrigo, como todos os pássaros de nossa cidade. Os pombos tomam conta de tudo e apesar de serem engraçadinhos sujam muito e transmitem doenças. Os pardais abundam. Resta a nós darmos mais atenção aos nossos poucos jardins, incrementar nossas floreiras e limpar nosso lixo, para que a "fauna urbana" fique mais equilibrada.
E viva a Olga, que ainda resiste firme e bravamente ao levantamento desordenado de prédios pelo bairro!!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Mega Artesanal: minha visão

Bem...deixe-me colocar as idéias em ordem e começar dando primeiro minhas opiniões favoráveis ao evento.
Muitas cores, muitos tecidos bonitos para patchwork, sedas, tintas, lãs, papéis especiais, guardanapos para decoupage, artigos em MDF, gesso.


Muitas oficinas, muitos sorteios, muita gente simpática nos stands.
Conheci o Escudeiro, que estava pintando com tintas Gato Preto e mostrando suas obras.
Conheci também a Lola Benthien, que veio de Lages (SC), trazendo sua maravilhosa técnica em Arte Francesa, com seus quadros que pareciam em 3D!


 Trabalhos de Lola Benthien

Belíssima orquídea de Susan Mason!!(arte francesa)

Conheci a Regina Ávila, que faz trabalhos bacanas em marchetaria (Marchet´Arte).
O Ateliê de Myrna Pascotto e Lu Viani, com cerâmica, vidro, mosaicos e trabalhos em madeira decorada.
Os Pintores com Boca e Pés, mostrando que com força de vontade e otimismo tudo é possível!
Fiquei apaixonada pelas miniaturas da Aninha Miniaturas, perfeitas nos mínimos detalhes.
Muita tecnologia nas novas máquinas de costura e bordado, que têm computadores e scaners imbutidos, bastando introduzirmos dados através de um cabo USB (do nosso telefone ou computador), para que o serviço seja feito...
...contrastando com o stand de tecelagem, que mostrou algumas rocas de fiar e teares antigos, tecnologia dos tempos coloniais.
Equipamentos para corte a laser de peças em MDF e outros materiais.
A adorável Mostra do Clube de Patchwork e Quilting "Minhas Lembranças": lindos quadros feitos em patchwork, como se fossem lembranças de viagens, expostos em painéis.
Pouca coisa em decoração de bolos...
(acessórios importados, como os que pareciam no programa "Inspiração Dulce" e "Martha Stewart").

E lááááá no fundo da Exposição, os stands menores, Ateliês independentes, não "mega comerciais", que mostraram artesanatos regionais e de qualidade (bonecos de bano, jóias em capim dourado, flores artesanais, reciclados, artesanato da região do Paraíba).

 Flores de conchas e escamas de peixes...

Agora me permitam falar sobre o que não gostei da Mega Artesanal:
1.Filas IMENSAS, tanto para entrar com o carro (ficamos 35 minutos na Imigrantes aguardando para estacionar a R$25,00 o veículo de passeio), como para comprar ingressos (outros 35 minutos, R$10,00 por pessoa, por isso compre com antecedencia...).
2.Pouca gente organizando a entrada da feira, troca-troca de velhinhos da fila pra cá e pra lá (no final, a fila dos idosos estava bem maior do que a de não idosos)
3.Em quase nenhum lugar aceitava-se cartão, seja de débito ou crédito, ou cheque. Um evento destas proporções...só aceitando dinheiro, até na praça de alimentação.
4.Pouca ou nenhuma atenção dada aos pequenos artesãos, que ficaram no final da Exposição, sem divulgação.
5. Poucos banheiros e muita mulherada!!!
6. Alguns corredores apertados, congestionados de pessoas, dificultando a apreciação. 
7. Muita coisa bem comercial, nada de novidade para quem frequenta a região da rua 25 de Março.
8. Outras amostras de "gosto duvidoso", mas tudo bem...é válido...
Valeu a pena? Sim, valeu. Ano que vem estarei lá, só que mais "esperta"...

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